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Tenham todos uma ótima semana!!!
[LOCALIZADOR DE PÁGINAS]

domingo, 8 de agosto de 2010

ENSAIOS... Em tons de cinza...

***
Por que reside em nós essa necessidade tão premente de nos expressar?
São palavras ditas aos ventos... Emoções que se esvaem em pensamentos distantes...

Mas sempre haverá uma canção perdida no tempo, ecoando nestes mesmos ventos e falando aos corações.
E por mais longinquo que nos arraste a vida... Só perto de nossas origens seremos verdairamente felizes.

É o que nos fala essa canção... de Elvis Presley... Stay Away... 


"Ainda que eu ande por caminhos distantes, dez mil milhas daqui.
Ouço o sussurro das colinas verdejantes das terras onde nasci.
Ecoam dos vales as montanhas, até meus pensamentos:
“Como você pode ir tão longe?”.

"Pois meus sonhos estão lá, onde as águias voam alto e os cumes das montanhas parecem tocar os céus.

Os córregos dos rios e os ventos que sopram me perguntam:
“Como você pode ir tão longe”.

"Dilacera-se meu coração, pois tanto tempo faz que me distanciei das terras que amo. Agora, só agora eu sei pra onde devo seguir...
Onde as colinas dizem: “Não vá tão longe”...
Onde as colinas dizem: “Não vá tão longe”.



Stay Away...

Ten thousand miles even though I roam, I can hear the call of the hills of home

The canyons high and the valleys low

Echo "How can you stay away"

My dreams are there where the eagle flies
Where the mountain tops seem to touch the sky
The winding streams and the winds that blow Ask me "How can you stay away"

Far too long have I stayed apart

From this land that I love and divide my heart... Now, now I know I must go
Where the hills say "Don't stay away"
Where the hills say "Don't stay away"

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

GAMES... Só pra descontrair!

* * *
> INSTRUÇÕES:
1- PARA ATIRAR: ................... MOUSE;
2- PARA RECARREGAR: ........ BARRA DE ESPAÇO.

sábado, 31 de julho de 2010

Dancing around the World... With Matt Harding!

*** Com vocês... Matt Harding! E o seu mais que famoso: "DANCING AROUND THE WORLD!". ... E acreditem, ele já esteve em quase todos os lugares deste planeta!
O texto abaixo foi extraido de: http://www.wherethehellismatt.com/   Sobre Matt... 









Matt é um "ocioso" de 33 anos de Connecticut, que costumava pensar que tudo o que ele sempre quis na vida era fazer e jogar videogames. Matt alcançou essa meta bem cedo e apreciou isso por um tempo, mas finalmente percebeu que algo sempre estava faltando.
 Em fevereiro de 2003, ele deixou seu emprego em Brisbane, na Austrália e usou o dinheiro que tinha guardado para passear ao redor da Ásia até que ele se encontrasse. Ele criou o Site "Where the hell is... Matt?" , para que pudesse manter a sua família e amigos atualizados sobre onde ele estava. 


Há alguns meses em uma de suas viagens, um companheiro de Matt deu uma idéia. Eles estavam sentados, tirando fotos em Hanói, quando seu amigo disse: "Hei, por que você não vai até ali e faz aquela dança maluca. Vou gravá-la." Ele estava se referindo a uma dança particular que Matt fazia. Era realmente uma coisa muito estranha. Enfim, esta acabou por ser uma idéia muito boa. Alguns anos mais tarde, alguém encontrou o vídeo on-line e passou para outra pessoa, que passou para outra pessoa, e assim por diante. Agora, Matt é um “Quase-Famoso” – Todos já o conhecem como “Aquele cara que dança na internet”. - Você já viu o cara dançando na internet? ... Não, não é esse!... Eu vou lhe enviar o link. É engraçado!” A resposta ao primeiro vídeo de Matt trouxe a atenção do pessoal do “Stride Gum” (http://www.stridegum.com/) – Um grupo de jovens que desenvolvem produtos e que mantém um Site interessante na WEB. Questionado se estaria interessado em fazer outras viagens ao redor do mundo, para realizar novos vídeos. Matt perguntou se estariam pagando por isso. Eles disseram que sim. Isso soou como uma proposta muito boa. Em 2006, Matt fez uma viagem de 6 meses a 39 países em todos os sete continentes. Nesse tempo, ele dançou muito. > Nota: Um de seus videos no YouTube, Já ultrapassou a casa do 30 milhões de acessos... E as visitas continuam! O segundo vídeo feito Matt o tornou ainda mais “Quase-Famoso”. Na verdade, por um breve período, em julho, ele era um “Semi-Famoso”. As coisas se acalmaram novamente, e depois, em 2007, Matt voltou para a Stride com outra idéia. Ele percebeu que sua dança não era lá tão “bizarra”, e que tudo isso tornava as coisas ainda mais interessantes – Pois para ele, muitas pessoas se destacavam por fazer coisas desse tipo. Ele então mostrou sua caixa de e-mails... Que por efeito de sua “semi-fama”, transbordava com mensagens de todo o planeta. Propôs viajar pelo mundo novamente e convidar as pessoas para quem havia escrito, de juntos dançarem muito. O pessoal do Stride Gum, visualisou nessa proposta outra grande idéia... Entraram em acordo... Matt caiu no mundo outra vez... E fez outros vídeos para a apreciação edivertimento de todos.

Matt mora em Seattle, Washington, com sua namorada, Melissa, e mais o seu cão, Sidney. Ele nunca teve um trabalho “real” desde que a Stride ligou para ele. Matt não se importa de trabalhar, mas não gostaria muito de ter que aparecer no mesmo lugar todos os dias. Matt não é rico, nem tem algum segredo mágico para viajar mais barato. Ele faz praticamente o mesmo caminho que todos fariam. Acha que os americanos precisam viajar mais para o exterior. Ele foi um estudante muito pobre e nunca pode fazer uma faculdade. De qualquer forma, quando ficou mais velho, acabou por satisfeito, ao descobrir que ninguém realmente se importava com isso. Matt não quer dizer que fazer uma faculdade não seja importante, ou algo assim. Ele apenas entendeu que isso não era tudo. Há outras maneiras de preencher sua cabeça. O mais irônico de toda essa estória é que a grande maioria de nós, acabará mesmo, por viver uma vida inteira, dentro dos limites de um determinado tempo e de um determinado espaço. O ponteiros dos relógios e os números dos calendários, ditam onde, quando e quanto devemos ou podemos estar neste ou naquele lugar. Como diria um dos protagonistas do filme A Caixa... "Vivemos dentro de caixas (nossas casas, apartamentos...), saimos para trabalhar em caixas com rodas (nossos veiculos), passamos o dia confinados em caixas (empresas, lojas, salas...), voltamos pra casa e passamos mais um tanto de horas, sentados diante de uma caixa (televisão)... Até que um dia, finalmente, sejamos colocados dentro de uma última e derradeira caixa". Talvez seja por isso, que pessoas como Matt Harding acabem chamando tanta a atenção - Infelizmente, grande maioria de nós "pobres mortais", não saberia (ou não conseguiria) viver fora do "Sistema", e por isso mesmo aceitamos viver uma "liberdade condicional".

sábado, 24 de julho de 2010

DICAS DE LIVROS - 2...

***
> Texto da contracapa:

Era uma vez um menino que queria ter um veleiro.
Este menino encontrou um lendário marinheiro que o ensinou a velejar, a observar o ritmo da natureza, a ir encontrando as formas de se harmonizar com os ventos e com o movimento do mar para chegar ao seu destino.


No processo ele foi descobrindo as relações e aplicações que estes conhecimentos tinham para sua própria vida. Este menino é Richard Bode, o autor de Velejando com a Vida.

Com generosidade e sabedoria, o homem adulto escreve para compartilhar o sabor de sua experiência náutica e a riqueza de suas descobertas existenciais.

“Uma beleza de livro sobre a vida e sobre como encontrar o rumo através das dificuldades, com o vento enfunando as velas.” - Bernie Siegel, autor de Amor, Medicina e Milagres.
“Que livro maravilhoso!... Pura alegria.” – Walter Cronkite.
“Um livro inspirador... Richard Bode usa sua paixão por velejar como uma metáfora para as marés da vida.” – Publishers Weekly.

* * *
> Texto da contracapa:

Como viver a boa vida
Traduzido do latim por Lúcia Rebello e Itanajara Neves
Introdução de Lúcia Rebello

“Podes me indicar alguém que dê valor ao seu tempo, valorize o seu dia, entenda que se morre diariamente? Nisso, pois, falhamos: pensamos que a morte é coisa do futuro, mas parte dela já é coisa do passado. Qualquer tempo que já passou pertence à morte.
“Então, caro Lucílio, procura fazer aquilo que me escreves: aproveita todas as horas; serás menos dependente do amanhã, se te lançares ao presente. Enquanto adiamos, a vida se vai. Todas as coisas, Lucílio, nos são alheias, só o tempo é nosso.”
(trecho da carta 1, “Da economia do tempo”)

As cartas de Sêneca (4 a.C.?-65 d.C.) a Lucílio são consideradas por muitos a obra-prima do filósofo latino. Escritas entre os anos 63 e 65, compreendem 124 textos, dos quais 29 foram reunidos no presente volume. Como em toda a obra do autor, encontramos aqui a defesa dos ideais estóicos de renúncia aos bens materiais e da busca da tranqüilidade da alma por meio do conhecimento e da contemplação.

Irônico, prático, sempre lançando mão de elementos epicuristas, Sêneca afirma que a sabedoria e a virtude são a meta da vida moral – único bem imortal que possuem os mortais. Para combater os males do mundo, o filósofo propõe um heroísmo passivo, segundo o qual cada ser humano deve tomar as rédeas da própria vida se quer, enfim, ser verdadeiramente livre.

* * *

> Texto da contracapa:

“Uma análise refinada das epidemias sociais, quer se trate de tendências da moda, de doenças ou de padrões de comportamento, como a prática de crimes.” – USA Today.


Você já ficou intrigado pensando no que faz com que um produto, um serviço ou mesmo atitudes virem moda da noite para o dia? Já imaginou que tipo de mudança faz, por exemplo, com que livros desconhecidos se transformem em best-sellers? Ou o que explica o aumento do consumo de cigarros entre os adolescentes, apesar da campanha antitabagista?

Neste livro – que já vendeu 5 milhões de exemplares em todo o mundo e está há mais de 200 semanas na lista de best-sellers do
New York Times – Malcolm Gladwell apresenta uma maneira instigante e original de entender fenômenos sociais desse tipo: vê-los com epidemias. “Idéias, produtos, mensagens e comportamentos se espalham como vírus”, diz o autor. E o momento decisivo em que essas novidades se alastram – ou se acabam – é o que ele chama de o Ponto da Virada.Esse instante crítico surge com mudança que, embora pequenas, surtem um efeito extraordinário. Mas nem sempre as novidades contagiantes são benéficas. Basta pensar na epidemia de suicídios que arrebatou adolescentes na Micronésia por uma década depois que um jovem rico e carismático tirou a própria vida.

Partindo dessa tremenda influência que sofremos do meio, Gladwell pergunta: por que algumas epidemias que poderiam ser “boas” não emplacam, com é o caso da campanha antitabagista entre os jovens? Sua resposta é que as pessoas podem transformar radicalmente seus comportamentos ou suas crenças desde que estejam diante do estímulo certo. E aqui ele nos mostra como identificar e até construir esses estímulos.
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